Bandeira Brasil-Polônia
terça-feira, 23 de abril de 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
Dança Folclórica na Associação da Cultura Polonesa - Día 19/04/13
SEXTA FEIRA DIA 19 DE ABRIL NA ASSOCIAÇÃO
VENHAM DANÇAR FOLCLORE POLÔNES!!!!!!
ESPERAMOS TODOS AS 17:30 HORAS.
VENHAM DANÇAR FOLCLORE POLÔNES!!!!!!
ESPERAMOS TODOS AS 17:30 HORAS.
História do símbolo da Águia Branca – Brasão da República da Polônia e da Bandeira Nacional

O BRASÃO
A águia branca polonesa tem um início lendário quando um soldado de nome Lech percorria a Europa com os seus irmãos Czech e Rus a procura de um lugar onde pudesse se fixar. Quando chegaram às terras sonhadas por Lech onde existiam inúmeros ninhos de águias, Lech observou que de um ninho saiu voando uma águia branca que contrastou com céu carmim do por do sol e entendeu que era este um sinal de que assim como as águias ele poderia se estabelecer ali e fundar o seu país. Desta maneira foi estabelecido o país dos Lechitos, cujo nome está relacionado com a Polônia. Fundou a capital Gniezno (relativo a palavra gniazdo = ninho). Para o seu brasão escolheu a águia branca com as asas abertas. Seus irmãos foram para outras terras estabelecer outras nações.
Nos tempos antigos, em algumas nações, a águia simbolizava o deus mais importante e em várias épocas foi adotada como insígnia nacional. Por exemplo, na mitologia grega e romana a águia era símbolo de grandeza e majestade, e no Antigo Império Romano usada como símbolo de suas legiões.
Historicamente o desenho da águia apareceu pela primeira vez nas moedas cunhadas durante o governo do primeiro rei polonês - Bolesław Chrobry, filho de Mieszko I, que reinou entre 992 e 1025. Neste tempo a águia ainda não apresentava a coroa sobre a cabeça e era pintada sobre os escudos dos soldados sobre fundo vermelho. Esta insígnia era usada em cerimônias de grandes eventos e conquistas da corte e pelo exercito polonês.
O símbolo heráldico da águia branca coroada sobre um fundo vermelho surgiu pela primeira vez durante a cerimônia da coroação do rei Przemysł II, em 25 de junho de 1295, em Gniezno. Przemysł II confeccionou um sinete no qual cunhou uma grande águia branca com os dizeres ao seu redor “Deus devolveu aos poloneses os símbolos da vitória” (Bóg przywrócił Polakom zwycięskie znaki). Desta maneira a águia branca tornou-se o brasão do reinado polonês e foi usado por todos os reis poloneses que o sucederam. Fazia parte das vestes reais, armas de defesa pessoal e bandeiras. Esteve presente nas insígnias dos reis da dinastia dos Piast (também durante a divisão), Jagiełło, Wasa e, na seqüência, dos reis que foram eleitos. O brasão era exposto durante as cerimônias da coroação, eleições dos reis, acordos de paz, visitas dos representantes das nações amigas, reuniões do parlamento, casamentos, funerais e também nos campos de batalha.
Ao longo dos séculos o brasão foi modificado quanto ao tipo de desenho da águia, mas o símbolo em si não mudou. A cor branca da águia simboliza a pureza e o vermelho do fundo, sobre o qual repousa, a majestade.
Após a reconquista da liberdade da nação polonesa, em 1918, a águia corada voltou a ser usada no brasão nacional. Durante a II Guerra Mundial, de 1939 a 1945, o brasão e a bandeira foram os símbolos máximos do exército nacional, do exército subterrâneo AK – Armia Krajowa e do povo em defesa do país. Após a guerra, já sob o domínio soviético, a águia branca perdeu a coroa, embora permanecesse no brasão. O brasão com a águia coroada continuou a existir nos corações de todo o povo polonês e todos os opositores do governo da República Popular da Polônia para os quais era símbolo da luta pela libertação da Polônia.
Depois da mudança política, em 9 de fevereiro de 1990, o brasão voltou a ser a “Águia branca coroada com a cabeça virada para a direita, com as asas abertas, com o bico e as esporas douradas, situada sobre o fundo vermelho do escudo”.
BANDEIRA
A bandeira nacional da Polônia é composta por dois campos horizontais adjacentes de mesma espessura. Em cima a faixa é de cor branca e embaixo de cor vermelha. Estas cores têm sua origem no brasão da nação polonesa. A cor branca simboliza a cor da águia e a vermelha a do escudo do brasão.
As cores branca e vermelha foram consagradas em 1831, embora tenham raízes mais antigas. No século 13 a águia branca foi usada pelos reis da família Piast sobre um escudo de fundo vermelho. Na primeira metade do século 18, faziam parte dos uniformes dos soldados, aos quais era anexada uma fita branca em forma de laço simbolizando o exército nacional. Quando desencadeou a revolução de novembro as cores da fita mudaram para branco e vermelho. O branco simbolizava a bondade e a pureza dos objetivos da nação polonesa, e o vermelho, a majestade e o poder dos dirigentes poloneses. Desde este tempo as cores branca e vermelha tornaram-se as cores oficiais da nação.
A representação pelas cores branca e vermelha mais uma vez foram confirmadas na nova Constituição firmada em 1997, artigo 28, como símbolos da nação polonesa.

Fonte: Consulado Geral da República da Polônia em SãoPaulo
Site: http://www.consuladopoloniasp.org.br/publicar/view-simbol.php?id=35
Site: http://www.consuladopoloniasp.org.br/publicar/view-simbol.php?id=35
terça-feira, 16 de abril de 2013
Reportágem no Jornal O Correio do Povo-Jaraguá do Sul (10/04/13)
Mais espaço para a cultura polonesa
CULTURA Grupo Piaskowa, de Indaial, levou a dança folclórica à Escola Cristina Marcatto, como um convite ao novo curso
Entidade está com inscrições abertas para o primeiro grupo de dança polonesa da cidade.
A Associação da Cultura Polonesa de Jaraguá do Sul iniciou um projeto para a criação do primeiro grupo de dança dessa etnia na cidade. Desde março, três escolas receberam a visita de bailarinos e assistiram às apresentações do Grupo Folclórico Polonês Piaskowa, de Indaial. O curso é gratuito e tem a duração de um ano. Há vagas nas categorias infantil, jovem, adulto e master (acima de 50 anos).
“Percebemos a necessidade de abrir mais espaço para a cultura polonesa, para estarmos inseridos na sociedade. E o grupo de dança sempre foi um grande sonho nosso”, disse a presidente da associação, Ana Maria Badura. No curso, o professor Fernando Anacleto, coordenador do grupo de Indaial e parceiro do projeto, trabalhará não somente a coreografia e o alongamento do corpo, mas a história da dança na Polônia. Segundo Badura, cada região daquele País tem estilos diferentes de dança, com variações no uso das cores, trajes e coreografias.
Semelhante ao grupo Piaskowa, a associação pretende importar figurinos confeccionados na Polônia. Um dos objetivos do grupo é apresentar-se em festivais e eventos culturais da região. As primeiras visitas de divulgação do projeto aconteceram em escolas, para avaliar a demanda de jovens interessados – considerados como o principal público. As aulas devem acontecer nas sextas-feiras, das 17h30 às 19h, na sede da associação, no Bairro São Luís.
Além do grupo de dança, a Associação da Cultura Polonesa de Jaraguá do Sul oferece curso de idioma e aulas de canto. Desde 2002, a entidade trabalha pela memória e tradição polonesa na cidade. Na opinião de Ana Maria Badura, manifestações artísticas, livros e os sobrenomes mostram que essa etnia permanece viva. A associação agora busca interessados em compor o grupo de dança, independentemente das origens étnicas. As inscrições podem ser feitas pelo telefone (47) 9993-1899 ou pelo e-mail culturapolonesa@jgs.gmail.com. A entidade está localizada na Rua Alvino Stein, 517, no Bairro São Luís.
Repórter - barbara@ocorreiodopovo.com.br
terça-feira, 9 de abril de 2013
Coluna do professor Eliasz de aulas de polonês no Jornal do Vale do Itapocu
Entrevista com a senhora Josefa Woznica Kazmierski 92 anos
de vida, uma testemuha de fé!
Em polonês
Tradução em português
segunda-feira, 8 de abril de 2013
PROJETO NAS ESCOLAS PARA CRIAÇÃO DE GRUPO FOLCLÓRICO POLONÊS
Visita a Escola Cristina Marcatto pelo Piaskowa de Indaial e
nossa Associação da Cultura Polonesa, 05/04/2013
na foto Ana Olos com o grupo
As crianças adoraram os trajes coloridos!!!!!
sexta-feira, 5 de abril de 2013
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Polônia não quer o euro
A crise na zona do euro motivou a Polônia a reconsiderar a
possibilidade de adotar a moeda única.
Uma série de crises financeiras sofridas pela zona euro
nos últimos tempos, que culminou com o resgate dos bancos chipriotas tem
determinado agora que a Polónia
reconsidere a possibilidade de adotar a moeda única. Esta semana, o presidente Donald Tusk,
um europeu convicto que só ganhou a eleição por defender uma área política no
país, aceitou a idéia de realizar um referendo sobre a adoção do euro como
moeda nacional. Um contraste com
sua posição anterior, que lutou com unhas e dentes para integrar a Polônia à zona do
euro. A decisão de Tusk atende primeiro
à opinião pública que, neste momento 62% rejeita a renúncia do zloty, a moeda
nacional, em benefício do €. Segundo,
um referendo é a única maneira de seu governo adotar o euro já que a Constituição polonesa atribui exclusivamente ao
banco a emissão de moeda. E para mudar a Constituição exige uma maioria de dois
terços do Parlamento, algo que Tusk e seu partido não estão nem perto. Em meio a essa controvérsia entre europeus
e nacionalistas monetários, a voz da prudência tem sido o ministro das
Finanças, Jacek Rostovsky, que recomendou adiar o referendo para ver como a
zona do euro evolui. Além disso,
acrescentou, embora pudesse adotar o euro, teria que esperar até o final da
década, porque a política de austeridade que geraria a substituição do zloty
pelo euro afundaria uma conjuntura que não chega a decolar na Polônia.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Feliz Páscoa - Wesołych Świąt
A Associação da Cultura Polonesa de Jaraguá do Sul deseja uma Feliz Páscoa a todos junto à família e amigos.
Wesołych Świąt!!!
terça-feira, 26 de março de 2013
domingo, 24 de março de 2013
Babka (rosca de páscoa polonesa)
Receita: Eleanor Johnson
Essa rosca é preparada tradicionalmente pelo poloneses durante a Páscoa. Ela pode ser servida no café da manhã ou no lanche da tarde. Esta receita rende 3 roscas, que vão acabar rapidamente!
Pronto em 1 hora 15 min
Adicionado aos favoritos por 5 cozinheiro(s)
Ingredientes
Serve: 36
- 14 g de fermento biológico seco
- 1/2 xícara (120 ml) de água morna (45º C)
- 2 xícaras (480 ml) de leite
- 1 1/4 xícara (285 g) de manteiga, amolecida
- 5 ovos
- 4 gemas de ovos
- 1 xícara (200 g) de açúcar
- 1 colher (chá) de sal
- 1 colher (chá) de baunilha
- 1 colher (sopa) de licor de laranja (opcional)
- 3 colheres (sopa) de raspas de laranja
- 1 colher (sopa) de raspas de limão siciliano
- 1,25 kg de farinha de trigo, ou mais, conforme necessário
- 1 1/2 xícara (215 g) de passas de corinto secas
- 1 1/2 xícara (220 g) de uva-passa
- 1 xícara (150 g) de amêndoas em flocos e picadas
- Para a cobertura:
- 60 g de manteiga
- 1/2 xícara (110 g) de açúcar mascavo
- 1 colher (chá) de canela em pó
- 1 xícara (125 g) de farinha de trigo
Modo de preparo
1.
Em uma vasilha pequena, dissolva o fermento em meia xícara (120 ml) de água morna. Deixe-o separado durante 2 a 3 minutos.
2.
Em uma panela pequena, esquente o leite. Derreta a manteiga no leite quente. Retire a panela do fogo e deixe-a esfriando, até que o leite e a manteiga estejam mornos.
3.
Com uma batedeira planetária, usando o batedor raquete, bata os ovos (claras e gemas). Acrescente o açúcar e o sal, mas continue a batendo até obter um creme espesso e branco. Ponha a baunilha, o licor, as raspas de laranja e limão e o fermento diluído. Bata tudo. Alternadamente, vá pondo o leite e a farinha de trigo. Não pare de bater os ingredientes, use a batedeira na velocidade média. Se a massa estiver pegajosa, ponha um pouco mais de farinha. Acrescente as passas de corinto, a uva-passa e as amêndoas.
4.
Ponha a massa em uma vasilha grande. Bata a massa com uma colher de pau, até que ela não esteja mais grudando na colher, o que deve acontecer entre 8 a 10 minutos. Transfira a massa para uma tigela grande untada. Vire-a um pouco, para que absorva um pouco da gordura que está na vasilha. Cubra a vasilha com filme Pvc. Deixe a vasilha em um lugar quente, a massa deve crescer até chegar na altura da vasilha, o que pode levar de 1 a 2 horas.
5.
Soque a massa, e novamente deixe-a crescendo coberta com filme de Pvc.
6.
Unte levemente 3 formas com furo no meio. Em uma tigela pequena, misture os ingredientes reservados para fazer a cobertura. Ponha quantidades iguais da cobertura no fundo de cada forma.
7.
Preaqueça o forno a 180 °C.
8.
Novamente soque a massa. Transfira a massa para uma superfície enfarinhada e sove-a durante 1 minuto. Divida a massa em 3 partes iguais e coloque os pães nas formas untadas. Cubra os pães com filme de Pvc, mas deixe-os com uma sobra, pois eles irão crescer novamente. Pincele os pães com as gemas (4) que estão sobrando.
9.
Asse os pães no forno preaquecido, até que estejam corados e parecendo ocos por dentro. Os pães geralmente estão prontos entre 30 a 45 minutos. Assim que estiverem assados, tire-os das formas e deixe-os esfriando em uma grade, desta maneira os pães não grudarão nas formas. Sirva-os depois que tenham esfriado.
quinta-feira, 21 de março de 2013
IMIGRAÇÃO POLONESA NO "VALE EUROPEU"
IMIGRAÇÃO POLONESA NO
"VALE EUROPEU"
Vale do Itajaí é terra de Poloneses
Vale do Itajaí jest ziemią Polaków
O Vale do Itajaí está situado na bacia do Rio Itajaí-Açu, cercada por serras e montanhas, coberto pela Mata Atlântida e de um clima quente, no Estado de Santa Catarina. A região foi povoada por imigrantes europeus, de maioria alemã e italiana. Seu processo de imigração começou na metade do séc. XIX com a fundação de Blumenau, daí por diante a vinda de imigrantes europeus na região se deu em peso, oriundos de países que tiveram grandes transformações sociais e políticas; movimento que duraria até meados da déc. de 40 do séc. XX.
A região destacou-se e ainda destaca-se pelo seu processo de industrialização, tendo como pilar a industria têxtil, e por suas terras férteis e clima subtropical o que fez se desenvolver a agricultura familiar – em um sistema muito semelhante à européia – baseada na policultura. Os principais centros urbanos desta região são: Blumenau, Itajaí, Brusque e Rio do Sul.
A região do Vale do Itajaí também foi colonizada por Poloneses, fora uma leva de suma importância para a história deste “Vale Europeu”.
No dia 25 de Agosto de 1869, desembarcam do navio Victória no Porto de Itajaí, imigrantes poloneses provenientes da Silésia; estes sobem o Rio Itajaí - Mirim e se estabelecem na região de Brusque. Daí por diante novas levas de poloneses chegam à região para construir suas casas, prover seu sustento e criar suas famílias sob as bênçãos da “Mãe Negra de Czestochowa” e com as lembranças do que eram a “Antiga e Áurea Mãe Polônia”.
Municípios do Vale Itajaí colonizados pelos Poloneses:
• Brusque: Em 1869 chegam imigrantes da Silésia. Em 1870 chegam os poloneses de Łodź e Mazóvia, especializados em tecelagem, dando grande desenvolvimento as industrias têxteis da região. Brusque é considerada “O Berço da Imigração Polonesa no Brasil”.
• Botuverá: em 1869 vindos da Silésia.
• Nova Trento: 1870 vindos de Silésia e Pequena Polônia. Onde vive a família Wojtyła.
• Indaial: em 04 de Junho 1872 chegam imigrantes vindos da Silésia, Cracóvia e Mazóvia; estabelecem-se na Colônia Caminho das Areias, Warnow Alto e Poláquia.
• Blumenau: em 1873, poloneses provenientes da Grande Polônia e da Pomerania.
• Timbó: em 1875. Vindos da Silésia, Kutno e Łodź.
• Rodeio: em 1875. Vindos da Silésia, Kutno e Łodź.
• Rio dos Cedros: em 1875. Vindos da Silésia, Kutno e Łodź.
• Doutor Pedrinho: em 1875. Vindos da Silésia, Kutno e Łodź.
• Guabiruba: em 1875 famílias vindas de Brusque.
• Benedito Novo: em 1878. Vindos da Silésia, Kutno e Łodź.
• Massaranduba: em 1890 chegam Poloneses vindos da Grande Polônia e da região de Kaszuby, formando uma das mais expressivas e importantes colônias polonesas da região do Vale Europeu.
• Rio do Sul: em 1878 poloneses vindos de Indaial e da Região de São Bento do Sul.
• Santa Terezinha: em 1926 fundada por Poloneses, vindos da Colônia Lucena – Itaiópolis.
• Rio do Oeste: em 1937, Poloneses vindos da Colônia Grão-Pará no sul de Santa Catarina, suas regiões de origem são a Mazóvia e Cujávia. Fundão a Localidade de Cabeça d’Anta.
• Rio do Campo: em 1937, vindos de Colônia Lucena – Itaiópolis.
• Taió: em 1937 vindos de Colônia Lucena – Itaiópolis e Colônia Grão-Pará.
• Ibirama: em 1939, vindos de Indaial e Blumenau.
• Dona Ema: em 1939.
• Vitor Meireles: em 1939. Em 1937 vindos de Colônia Lucena – Itaiópolis e Colônia Grão-Pará.
• Vidal Ramos: em 1939.
• Presidente Getúlio: em 1939.
• Pouso Redondo: em 1948, chegam colonos Poloneses cansados das mazelas da II Guerra Mundial.
Vale do Itajaí é terra de Poloneses
Vale do Itajaí jest ziemią Polaków
O Vale do Itajaí está situado na bacia do Rio Itajaí-Açu, cercada por serras e montanhas, coberto pela Mata Atlântida e de um clima quente, no Estado de Santa Catarina. A região foi povoada por imigrantes europeus, de maioria alemã e italiana. Seu processo de imigração começou na metade do séc. XIX com a fundação de Blumenau, daí por diante a vinda de imigrantes europeus na região se deu em peso, oriundos de países que tiveram grandes transformações sociais e políticas; movimento que duraria até meados da déc. de 40 do séc. XX.
A região destacou-se e ainda destaca-se pelo seu processo de industrialização, tendo como pilar a industria têxtil, e por suas terras férteis e clima subtropical o que fez se desenvolver a agricultura familiar – em um sistema muito semelhante à européia – baseada na policultura. Os principais centros urbanos desta região são: Blumenau, Itajaí, Brusque e Rio do Sul.
A região do Vale do Itajaí também foi colonizada por Poloneses, fora uma leva de suma importância para a história deste “Vale Europeu”.
No dia 25 de Agosto de 1869, desembarcam do navio Victória no Porto de Itajaí, imigrantes poloneses provenientes da Silésia; estes sobem o Rio Itajaí - Mirim e se estabelecem na região de Brusque. Daí por diante novas levas de poloneses chegam à região para construir suas casas, prover seu sustento e criar suas famílias sob as bênçãos da “Mãe Negra de Czestochowa” e com as lembranças do que eram a “Antiga e Áurea Mãe Polônia”.
Municípios do Vale Itajaí colonizados pelos Poloneses:
• Brusque: Em 1869 chegam imigrantes da Silésia. Em 1870 chegam os poloneses de Łodź e Mazóvia, especializados em tecelagem, dando grande desenvolvimento as industrias têxteis da região. Brusque é considerada “O Berço da Imigração Polonesa no Brasil”.
• Botuverá: em 1869 vindos da Silésia.
• Nova Trento: 1870 vindos de Silésia e Pequena Polônia. Onde vive a família Wojtyła.
• Indaial: em 04 de Junho 1872 chegam imigrantes vindos da Silésia, Cracóvia e Mazóvia; estabelecem-se na Colônia Caminho das Areias, Warnow Alto e Poláquia.
• Blumenau: em 1873, poloneses provenientes da Grande Polônia e da Pomerania.
• Timbó: em 1875. Vindos da Silésia, Kutno e Łodź.
• Rodeio: em 1875. Vindos da Silésia, Kutno e Łodź.
• Rio dos Cedros: em 1875. Vindos da Silésia, Kutno e Łodź.
• Doutor Pedrinho: em 1875. Vindos da Silésia, Kutno e Łodź.
• Guabiruba: em 1875 famílias vindas de Brusque.
• Benedito Novo: em 1878. Vindos da Silésia, Kutno e Łodź.
• Massaranduba: em 1890 chegam Poloneses vindos da Grande Polônia e da região de Kaszuby, formando uma das mais expressivas e importantes colônias polonesas da região do Vale Europeu.
• Rio do Sul: em 1878 poloneses vindos de Indaial e da Região de São Bento do Sul.
• Santa Terezinha: em 1926 fundada por Poloneses, vindos da Colônia Lucena – Itaiópolis.
• Rio do Oeste: em 1937, Poloneses vindos da Colônia Grão-Pará no sul de Santa Catarina, suas regiões de origem são a Mazóvia e Cujávia. Fundão a Localidade de Cabeça d’Anta.
• Rio do Campo: em 1937, vindos de Colônia Lucena – Itaiópolis.
• Taió: em 1937 vindos de Colônia Lucena – Itaiópolis e Colônia Grão-Pará.
• Ibirama: em 1939, vindos de Indaial e Blumenau.
• Dona Ema: em 1939.
• Vitor Meireles: em 1939. Em 1937 vindos de Colônia Lucena – Itaiópolis e Colônia Grão-Pará.
• Vidal Ramos: em 1939.
• Presidente Getúlio: em 1939.
• Pouso Redondo: em 1948, chegam colonos Poloneses cansados das mazelas da II Guerra Mundial.
terça-feira, 19 de março de 2013
Visita do Grupo de Dança Folclórico Polonês Piaskowa de Indaial em Jaraguá do Sul
Hoje visitamos o CAIQUE - E.M.E.F. Renato Pradi e E.M.E.F. Jonas Alves no Bairro Sao Luiz!
CONVITE PARA AULAS DE DANÇA!!!
Vamos formar o nosso grupo folclórico polonês aqui em nossa cidade.
PARTICIPEM!!!!
Crianças, jovens e adultos.
sexta-feira, 15 de março de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
Páscoa - Tradição Polonesa
A Wiclkanocne – Páscoa Polonesa – começa com a bênção dos alimentos - Swiconka – que são consumidos no Domingo de Páscoa. É uma das mais importantes celebrações, mantida inclusive pela comunidade polonesa de Curitiba. Realizada anualmente no Bosque do Papa, no Sábado de Aleluia, os participantes levam suas próprias cestas de alimentos ou adquirem uma no local.
Pisanki - Apesar de terem o mesmo significado, os ovos decorados pêssankas e os pisankis possuem algumas diferenças. Os primeiros são tradicionais da Ucrânia e utilizam-se das formas geométricas para a construção dos desenhos que simbolizam a vida e a fertilidade. Os pisankis são poloneses, e mesclam a geometria com estampas florais e animalescas. Ambos podem ser confeccionados em madeira, em ovos de galinha ou de pato.
O Pisanki vem do verbo pisac que traduzido do polonês signigfica " para escrever." O Pisanki são ovos decorados com muitos símbolos poloneses tradicionais e símbolos da Páscoa. As diferentes regiões da Polônia desenvolveram também os projetos geométricos e florais particulares específicos daquelas comunidades. As tinturas naturais, tais como as cascas de cebola ou as beterrabas, são usadas frequentemente para colorir os ovos.
Baranek Wielkanocne – O Cordeiro de Páscoa é feito tradicionalmente de manteiga e simboliza a ressurreição do cordeiro, Jesus Cristo.
A Páscoa na Polônia é comemorada com um colorido especial por acontecer na primavera. Fitas, flores e recortes de papel, chamados Wycinanki, são alguns dos adornos mais utilizados.
terça-feira, 5 de março de 2013
Prefeitura Municipal de Brusque - 5ª Felicità vai animar Brusque - Festa das etnias
Prefeitura Municipal de Brusque - 5ª Felicità vai animar Brusque
Com a apresentação do Grupo Folclórico Polonês Piaskowa de Indaial
Com a apresentação do Grupo Folclórico Polonês Piaskowa de Indaial
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Aulas de dança folclórica polonesa (infantil e jovens)
Estamos formando um grupo de dança folclórica polonesa infantil e outro de jovens de 12 a 16...17 anos.
Ja temos um professor/coreografo para iniciar!!!!
Precisamos varios pares de meninos e meninas para isto!!!!!!!
maiores detalhes no e- mail culturapolonesa.jgs@gmail.com ou liguem para 9993-1899
Tragam seu filhos, vai ser otimoooo!
Ja temos um professor/coreografo para iniciar!!!!
Precisamos varios pares de meninos e meninas para isto!!!!!!!
maiores detalhes no e- mail culturapolonesa.jgs@gmail.com ou liguem para 9993-1899
Tragam seu filhos, vai ser otimoooo!
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Culinária Polonesa - Ponczki (Sonhos)
Ponczki ou Pacczki (sonhos)
1,5 kg de farinha de trigo (em média)
3 a 4 tabletes de fermento biológico (pode ser o seco).
1 copo (americano, 200 ml) de açúcar refinado
1 copo (americano) de margarina
1/2 copo (americano) de água
1/3 de copo (americano) de conhaque
1 colher (sopa) de açúcar baunilha
1 colher (café) de sal
1 ovo inteiro, 2 gemas
Recheio:
Geléia de frutas, goiabada ou doce de leite
ComoPreparar:
Misture bem os ingredientes da massa, menos a farinha. Vá adicionando-a aos poucos até dar o ponto de enrolar no formato de bolinhas. Depois, pegue cada uma e faça um buraco no centro para colocar o recheio de sua preferência e feche. Deixe crescer até dobrar o tamanho.
Frite em óleo quente e use papel-toalha para absorver a gordura. Depois de bem sequinhos, passe-os no açúcar refinado.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
AULAS DE POLONÊS
Terão início na 1ª segunda-feira de março (04) as aulas de polonês.
Quem quiser participar entrar em contato pelo e-mail:
culturapolonesa.jgs@gmail.com ou pelo telefone: 9993-1899
Estaremos aguardando vocês!!!!
Quem quiser participar entrar em contato pelo e-mail:
culturapolonesa.jgs@gmail.com ou pelo telefone: 9993-1899
Estaremos aguardando vocês!!!!
domingo, 17 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
Varsóvia, Polónia – Palácio da Cultura e Ciência
Construída entre 1952 e 1955, de acordo com os planos soviéticos (idêntico à Universidade Estatal de Moscovo) e usando exclusivamente 3500 operários da ex-União Soviética, a torre foi uma oferta ao povo da Polónia e foi até 1957 o edifício mais alto da Europa (continua a ser o mais alto da Polónia: 42 andares e 231 metros de altura). Originalmente denominado Palácio da Cultura e Ciência Joseph Stalin tendo, por motivos óbvios, sido retirado o nome do ditador após a queda do comunismo, continua a ser o ex-libris de Varsóvia, não obstante ser odiado pela generalidade dos polacos, visto ser considerado um símbolo do domínio soviético. Foi palco, em 1967, do primeiro grande concerto de uma banda ocidental (Rolling Stones) para lá da cortina de ferro. Atualmente o edifício compreende um centro de exibições, escritórios, uma sala de conferências para 3000 pessoas, cinemas, teatros, museus, livrarias, etc.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
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